Medir antes de consertar
Três incidentes, três hipóteses convincentes e três causas diferentes das que pareciam. O que muda quando a primeira ação deixa de ser a correção.
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Três incidentes, três hipóteses convincentes e três causas diferentes das que pareciam. O que muda quando a primeira ação deixa de ser a correção.
Um contrato assinado não é um texto com uma imagem no rodapé. É uma afirmação sobre um instante — e quase todo software documental erra exatamente aí.
Arquivar virou o botão educado de apagar. Recuperar a diferença entre guardar e descartar muda a forma de todo o resto do produto.
Quando o software deixa de ser apenas ferramenta e passa a participar da forma final do trabalho, escrever sobre ele deixa de ser documentação e vira ofício.
Todo campo opcional é uma decisão adiada e empurrada para quem preenche. Um exercício de retirar perguntas até o formulário voltar a caber numa tela.
Entre o HTML que o servidor entrega e o primeiro desenho do cliente existe uma promessa. Quebrá-la não dá erro — dá uma página que pisca e alguém achando que é a internet.
Quando o software deixa de ser apenas ferramenta e passa a participar da forma final do trabalho, escrever sobre ele deixa de ser documentação e vira ofício.
Um contrato assinado não é um texto com uma imagem no rodapé. É uma afirmação sobre um instante — e quase todo software documental erra exatamente aí.
Três incidentes, três hipóteses convincentes e três causas diferentes das que pareciam. O que muda quando a primeira ação deixa de ser a correção.
Em impresso a margem custa papel, e por isso é pensada. Na tela ela é grátis — e é justamente por isso que quase ninguém decide sobre ela.
Nome não descreve: nome decide. Anotações soltas de alguns meses procurando onde exatamente uma palavra passa a mandar no que ela nomeia.
Duas pessoas percorrem a mesma laje e voltam com dois relatórios diferentes. O roteiro não resolve a divergência — ele a torna visível.
Quando o software deixa de ser apenas ferramenta e passa a participar da forma final do trabalho, escrever sobre ele deixa de ser documentação e vira ofício.
Um contrato assinado não é um texto com uma imagem no rodapé. É uma afirmação sobre um instante — e quase todo software documental erra exatamente aí.
Três incidentes, três hipóteses convincentes e três causas diferentes das que pareciam. O que muda quando a primeira ação deixa de ser a correção.
Em impresso a margem custa papel, e por isso é pensada. Na tela ela é grátis — e é justamente por isso que quase ninguém decide sobre ela.
Nome não descreve: nome decide. Anotações soltas de alguns meses procurando onde exatamente uma palavra passa a mandar no que ela nomeia.
Duas pessoas percorrem a mesma laje e voltam com dois relatórios diferentes. O roteiro não resolve a divergência — ele a torna visível.
Arquivar virou o botão educado de apagar. Recuperar a diferença entre guardar e descartar muda a forma de todo o resto do produto.
Entre o HTML que o servidor entrega e o primeiro desenho do cliente existe uma promessa. Quebrá-la não dá erro — dá uma página que pisca e alguém achando que é a internet.
Um relatório entregue e não lido cumpriu a obrigação e falhou na função. Anotações sobre escrever para o segundo caso.
Todo campo opcional é uma decisão adiada e empurrada para quem preenche. Um exercício de retirar perguntas até o formulário voltar a caber numa tela.